Publicado às 21h49 desta quinta-feira (9)
Ainda sem data oficial para acontecer em 2023, a Feira da Rapadura que é considerada uma das principais festas do ano em Santa Cruz da Baixa Verde, tem provocado uma enorme impaciência da população pela demora na divulgação da programação.
No legislativo, alguns parlamentares têm feito duras cobranças a gestão municipal. Nesta quinta-feira (9), durante sessão ordinária, ao menos três vereadores utilizaram a tribuna para cobrar do prefeito Irlando Parabólicas, um posicionamento a respeito da realização ou não da festa ainda em 2023.
A vereadora Larissa de Chiquinho argumentou que frequentemente é parada na rua e questionada sobre a incerteza do evento, segundo ela, algumas dessas pessoas que são comerciantes, aguardam com expectativa a chegada da festa em razão da produtividade que gera para a economia local.
Aproveitando o ensejo, o vereador Roberto da Paz também fez cobranças direcionadas a gestão, e solicitou do líder do governo (vereador Dr. Marcos Batista), um esclarecimento não apenas aos seus pares, mais a população em geral sobre detalhes do cronograma do evento.
O terceiro a pautar sobre o assunto, foi o vereador Dãozinho, que em sua fala, colocou em dúvida se ainda haveria tempo hábil para organização do evento esse ano, visto que já estamos quase na metade de novembro, e o mês de dezembro, não seria o período mais viável devido a proximidade dos festejos natalinos e da temporada de formaturas escolares.
Apesar de reconhecer o esforço do prefeito, indo ao Recife e Brasília nos últimos dias em busca de recursos, entende que esses movimentos feitos de última hora deveriam ter acontecido com mais antecedência, tendo em vista se tratar de um evento de grande porte que requer um planejamento antecipado.
Ao final da sessão, o vereador Dr. Marcos Batista, irmão do prefeito e líder do governo na Câmara, confirmou que a festa acontecerá ainda esse ano, provavelmente entre a primeira ou segunda semana de dezembro.
Esclareceu ainda que a programação está quase fechada e em breve será divulgada, justificando que o atraso na edição desse ano, seu deu pelo agravamento da crise financeira que os municípios brasileiros vem atravessando diante da queda brusca de arrecadação e dos repasses do FPM, principal fonte de receita para custeio dos serviços públicos dos pequenos municípios.



