Publicado às 09h01 desta quinta-feira (25)
Os poderes Executivo e Legislativo de Floresta-PE estão travando um embate em relação a projetos de suplementação orçamentária. Ontem, 24, a prefeita Rorró Maniçoba entrou com representação no Ministério Público de Pernambuco (MPPE), acusando a Câmara de Vereadores de não votar projetos de suplementação por perseguição política.
“Vamos ficar sem o TFD, sem transporte escolar, sem medicamentos, sem combustível, sem água para o povo da zona rural, entre outros serviços. Tudo isso pode ser resolvido. Basta apenas o voto responsável da suplementação orçamentária pela Câmara de Vereadores. Quando deixam de votar projetos fundamentais como estes, não é a mim que estão perseguindo, mas ao povo florestano”, expôs a prefeita.
A casa legislativa se defendeu, garantindo que já aprovou vários créditos orçamentários, mas pauta as votações de suplementações com seriedade. “Todos os nossos posicionamentos nas votações de Projetos de Suplementação e Créditos Especiais são pautados na seriedade, sempre condizentes com as necessidades do povo. Esse trabalho ocorre para que não se repitam erros relacionados à gestora, cujos mandatos anteriores foi destaque em obras inacabadas em nosso município”, respondeu.
O Poder Legislativo ainda afirma que a falta de planejamento financeiro da prefeitura não justifica ataques aos vereadores. “Isso não condiz com a verdadeira postura de um administrador público. É inadmissível que a Prefeita utilize das suas frustrações e fracassos para denegrir a imagem dos vereadores”, completou.
Fonte: Blog do Alvinho Patriota



